Abrace o Tamanduá

ABRACE O TAMANDUÁ

 “Como um simples passeio nas costas da minha mãe pôde terminar em tragédia?!

No final de 2015 fui atropelado e resgatado em uma rodovia de Minas Gerais. Minha mãe não sobreviveu e eu me tornei órfão quando ainda era um bebezinho e tudo que eu conhecia do mundo era o cheirinho gostoso e os pelos macios da minha mãe.

Meu nome é Zeca e sou um tamanduá-mirim. Hoje vivo no Centro de triagem de animais silvestres (CETAS-BH) e conto com uma galerinha bacana para aprender tudo que eu preciso para voltar à natureza. A equipe do Waita, com apoio do IBAMA e IEF, desenvolveu um projeto para que eu possa retornar a minha casa. Assim, eles podem acompanhar meus primeiros passos de volta a mata, até que eu me torne independente. Mas para que isso se torne realidade, preciso mais do que a boa vontade dessa turma!  Preciso da SUA colaboração! ”

O Waita precisa de recursos para realizar o projeto de soltura e monitoramento do Zeca!

Faça parte do grupo que quer ver o Zeca de volta à natureza!

Contribua com qualquer doação e ele estará cada vez mais próximo de viver livre! Você terá recompensas incríveis por nos apoiar.

Quer saber mais sobre a história do Zeca??? Acesse o link da campanha:

https://www.kickante.com.br/campanhas/abrace-tamandua

 

**** English version****

“How could a simple ride on my mother’s back have ended in tragedy ?!

At the end of 2015 I was hit and rescued on a highway in Minas Gerais, Brazil. My mother didn’t survive and I became an orphan when I was still a little baby and all I knew of the world was the sweet smelling and soft fur of my mother.

My name is Zeca and I am Collared anteater. Today I live in the Center for the screening of wild animals (CETAS-BH) and I have a nice gallery to learn everything I need to get back to nature. The Waita team, with support from IBAMA and IEF, has developed a project so that I can return to my home. So they can follow my first steps back into the woods until I become independent. But for this to become reality, I need more than the goodwill of this class! I need YOUR collaboration! “

The Waita needs resources to carry out the release and monitoring project of Zeca!

Be part of the group that wants to see Zeca back to nature!

Contribute with any donation and it will be closer and closer to living free! You’ll have incredible rewards for supporting us.

Want to know more about the history of Zeca ???  

https://www.kickante.com.br/campanhas/abrace-tamandua

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Educação Ambiental

Educação Ambiental

O WAITA conta com uma equipe de educadores ambientais que desenvolvem atividades e projetos em escolas da rede pública de Belo Horizonte e em ONGs que atendem crianças e adolescentes. Através de atividades lúdicas, brincadeiras e palestras tentamos passar para o público informações sobre animais silvestres, tráfico de animais silvestres, posse ilegal de animais dentre outros temas. 
O  WAITA também busca sempre aliar os projetos de pesquisa com atividades de Educação Ambiental. Qualquer projeto de conservação ambiental só tem sucesso se estiver aliado a ações de educação ambiental. É importante sensibilizar, conscientizar e mobilizar a sociedade.



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Projeto ASAS – Áreas de Soltura de Animais Silvestres

Projeto ASAS – Áreas de Soltura de Animais Silvestres

O Projeto ASAS – áreas de soltura de animais silvestres é um projeto dos órgãos ambientais IBAMA e IEF, no qual o Waita é parceiro e colabora com o cadastramento das áreas de soltura. O projeto busca parceiros que tenham interesse em tornar sua propriedade rural, uma ASAS, área de soltura de animais silvestres. Para isso, basta cadastrar sua propriedade no site do IEF (link abaixo) e aguardar contato do órgão ambiental para o agendamento de uma vistoria. Caso a área seja aprovada em uma triagem inicial realizada remotamente pelo IEF. Ornitólogos do Waita vão a campo com a equipe do IEF para realização de um levantamento de aves e avaliação da área de soltura. As áreas consideradas aptas vão fazer parte do projeto e receber parte dos animais que são reabilitados nos Centros de triagens e estão aptos para retornarem à natureza.

Quer saber mais ou se cadastrar no Projeto ASAS? Acesse o site do IEF para maiores informações clicando aqui.


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Projeto Bicudos

Projeto Bicudos

Em 2016, o Waita deu início ao projeto “Biologia e Conservação de Bicudo, Sporophila maximiliani, em Minas Gerais: o retorno da espécie”, com financiamento da Fundação O Boticário e com apoio de grandes parceiros como o Laboratório de Doenças das Aves e o Laboratório de Genética da UFMG, a UFOP, o laboratório de ornitologia da UFV, o IBAMA e o IEF.

O Waita e seus parceiros querem devolver às matas de Minas Gerais um passarinho, o bicudo, que não é visto há mais de 80 anos na natureza. O bicudo é um passeriforme de canto muito apreciado, o que o levou a ser capturado, de forma intensa, para comercialização e criação em cativeiro. Este fator, somada às alterações de seus habitats causaram reduções drásticas em suas populações, definida como provavelmente extinta no estado do Rio de Janeiro e criticamente em perigo em Minas Gerais e em São Paulo, sendo considerada uma espécie raríssima de ser encontrada na natureza. 

Para ter êxito no seu objetivo final, que é ver o Bicudo cantando livre na natureza, o Waita vem desenvolvendo uma grande pesquisa, envolvendo especialistas da área em busca de qualquer tipo de informação que possa ajudar no projeto de reintrodução da espécie. Além disso, realiza buscas por indivíduos em vida livre em Minas Gerais e avalia possíveis áreas para reintrodução da espécie em MG. Paralelamente, desenvolve estudos genéticos e sanitários com população dessa espécie que é mantida em cativeiro, a fim de selecionar os melhores indivíduos para o retorno à natureza. Esses estudos são essenciais para um programa de reintrodução, nosso próximo passo!

Em fevereiro de 2020, após 4 anos de buscas o bicudo foi avistado por um morador da região leste mineira. Imediatamente, a equipe do Waita foi ao encontro do animal e iniciou o monitoramento da espécie, coletando dados comportamentais, alimentar e uso da área de vida. Além disso, a equipe realizou a captura e marcação de um indivíduo macho, o que é essencial para o monitoramento, e ainda coletou os dados biométricos e amostras para análises genéticas e sanitárias, além de gravações de alta qualidade da vocalização produzida pelas aves. 

Agora o Waita enfrenta um grande desafio com a conservação da espécie, diante da sua vulnerabilidade, pela fragilidade do seu ecossistema e pelo seu alto potencial de ser capturada, visto que são aves raras a existência dessa pequena população pode atrair a atenção de caçadores. 

A ausência de recurso também se apresenta como um desafio, já que o Waita tem arcado com as despesas para as campanhas de monitoramento, com aluguel de veículo, combustível, alimentação da equipe e equipamentos. 

Os próximos passos, do Projeto dos Bicudos, compreendem criar estratégias de proteção da espécie, com foco em estabelecer parcerias, com o envolvimento da sociedade civil, empresas, criadores, terceiro setor, comunidades do entorno com o objetivo de garantir a proteção e a continuidade do estudo da espécie, além de transformação social e geração de renda. E futuramente o revigoramento populacional e a reintrodução da espécie em novas áreas para garantir efetivamente a conservação da espécie.



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Projeto Voar – Reabilitação, soltura e monitoramento de papagaio- verdadeiro (Amazona aestiva) em Minas Gerais.

Projeto Voar – Reabilitação soltura e monitoramento de papagaio- verdadeiro (Amazona aestiva) em Minas Gerais

Em 2012, o Waita decidiu investir esforços para devolver à natureza uma das espécies mais capturadas do mundo, o papagaio-verdadeiro (Amazonas aestiva), cujo retorno à natureza é muitas vezes inviável, devido aos problemas comportamentais que os indivíduos que viveram anos em cativeiro apresentam ao chegar ao CETAS. Graças ao apoio financeiro da Fundação Grupo O Boticário de Proteção à Natureza, o Waita realizou um projeto inédito no Brasil, o “Projeto Voar – manejo, reabilitação, soltura e monitoramento do papagaio mais capturado do mundo, o papagaio-verdadeiro.” Os animais passaram por um processo de quarentena, sendo realizados exames clínicos, físicos, parasitológicos, sanguíneos, sexagem e foram marcados de acordo com o gênero e o grupo que pertenciam. Foram soltos dois grupos, um que passou por um treinamento antipredação e outro não. Todos indivíduos passaram por treinamento alimentar e de voo e 20% das aves receberam radio-transmissores de sinal VHF. Após a soltura, foram monitorados por um ano, por meio de triangulações utilizando receptores de sinal VHF, bússola e GPS e por observações diretas com o auxílio de binóculos em campanhas quinzenais. Durante o monitoramento foram coletados dados comportamentais dos papagaios, suas interações ecológicas e taxa de sobrevivência, investigando se o treinamento antipredação, gênero e a personalidade dos indivíduos tiveram influência no seu comportamento e sobrevivência.
Através desse projeto, o Waita conseguiu mostrar aos órgãos ambientais e para a sociedade, que mesmo indivíduos muito mansos, com comportamentos anormais para espécies, podem ser treinados e reabilitados para aprenderem a viver novamente na natureza, de onde nunca deveriam ter saído. Os papagaios foram observados alimentando na natureza, formando grupos com indivíduos selvagensda região onde foram soltos e alguns chegaram a reproduzir!
O Projeto Voar foi desenvolvido durante dois anos, em parceria com IBAMA/MG, Instituto Estadual de Florestas – IEF e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), órgãos parceiros fundamentais para realização do mesmo. Os dados coletados no projeto foram tema da dissertação de mestrado da bióloga e pesquisadora voluntária do Waita, Alice Lopes.

Para ver os resultados desse projeto acesse nossas publicações, eles estão publicados em dois artigos científicos e na dissertação de mestrado da pesquisadora Alice Lopes.

Se você deseja receber mais informações sobre esse projeto, entre em contato conosco.

Precisamos de apoio para continuar trabalhando na reabilitação dos papagaios! Apoie esse projeto!


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CETAS

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O CETAS – Centro de triagem de animais silvestres são unidades do IBAMA e IEF que recebem animais silvestres provenientes de ações de fiscalização, entregas voluntárias e recolhimentos (animais silvestres feridos ou resgatados em meio urbano e rodovias). Os CETAS de MG recebem em média 10 mil animais todos os anos e através de uma parceria com IBAMA e IEF, o Waita, por meio de voluntários, presta apoia técnico às essas instituições, auxiliando nas atividades de manejo, triagem, enriquecimento ambiental e atendimento médico veterinário desses animais e realizando pesquisas cientificas e projetos de reabilitação.


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