Quem Somos

QUEM SOMOS

O Waita é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2010, por profissionais que almejam melhorar o estado de conservação da biodiversidade brasileira. Biólogos, médicos veterinários, estudantes e voluntários de diversas áreas executam projetos de pesquisa e ações direcionadas, principalmente, para a conservação de espécies vítima do tráfico de animais silvestres. O Instituto executa, em parceria com os órgãos ambientais de Minas Gerais, IBAMA/MG e o Instituto Estadual de Florestas – IEF, o árduo trabalho de devolver à natureza milhares de animais silvestres vítimas do tráfico.

LINHAS DE ATUAÇÃO







Projetos de conservação
Manejo
Enriquecimento Ambiental
Reabilitação
Cadastramento de áreas de soltura de animais silvestres
Educação Ambiental

Projetos de conservação de espécies ameaçadas

Uma das principais linhas de atuação do Waita são os projetos de conservação de espécies ameaçadas e aqui incluímos não só aquelas ameaçadas nas listas oficiais, mas também aquelas que sofrem grande pressão com o tráfico de animais silvestres. Esses projetos de conservação envolvem tanto pesquisas ex situ (em cativeiro) como estudos de comportamento, genética e sanidade, quanto in situ (na natureza), como monitoramento de animais pós-soltura, avaliação de habitat e estudos de populações selvagens de espécies ameaçadas em busca de maiores informações sobre espécies deficientes de dados.

Manejo

Voluntários do Waita trabalham no Centro de triagem de animais silvestres (CETAS) em Belo Horizonte, onde são recebidos em média 10 mil animais silvestres por ano vítimas do tráfico de animais. Todos os animais são identificados, triados, avaliados e, aqueles que possuem condições físicas, clinicas e sanitárias, são devolvidos à natureza.

Enriquecimento ambiental

Enriquecimento ambiental é a criação de um ambiente mais complexo e interativo, promovendo desafios e novidades que simulam situações que ocorreriam na natureza, oferecendo oportunidade de escolha ao animal mantido em cativeiro. Essa técnica é utilizada no CETAS tanto para elevar o nível de bem estar dos animais em cativeiro, quanto para promover o desenvolvimento de comportamentos típicos de cada espécie, tão importantes para seu retorno à natureza.

Reabilitação

Nossa equipe trabalha no desenvolvimento de técnicas de reabilitação para as mais variadas espécies de animais silvestres recebidas no CETAS. Realiza teste comportamentais, treinamentos anti-predação, avalia a personalidade dos indivíduos, tudo para aumentar a chance de sucesso desses animais em seu retorno à natureza.

Cadastramento de áreas de soltura de animais silvestres

O Waita apoia o IEF e IBAMA no cadastramento de propriedades no Projeto ASAS – áreas de soltura de animais silvestres. Ornitólogos do Waita auxiliam no levantamento de avifauna e avaliação de áreas rurais quanto a adequabilidade para o recebimento de animais silvestres para solturas. Para saber maiores informações sobre esse projeto ou cadastrar sua propriedade, acesse o site do IEF: http://www.ief.mg.gov.br/dcc/1749-projeto-asas-areas-de-soltura-de-animais-silvestres

Educação Ambiental

Não haveria tráfico de animais silvestres se pessoas não comprassem animais de forma ilegal. A educação ambiental é uma importante ferramenta de combate ao comercio ilegal de animais silvestres. Com pessoas sensibilizadas, conscientes e mobilizadas podemos viver em um mundo sem gaiolas!

  Projetos de conservação de espécies ameaçadas

Uma das principais linhas de atuação do Waita são os projetos de conservação de espécies ameaçadas e aqui incluímos não só aquelas ameaçadas nas listas oficiais, mas também aquelas que sofrem grande pressão com o tráfico de animais silvestres. Esses projetos de conservação envolvem tanto pesquisas ex situ (em cativeiro) como estudos de comportamento, genética e sanidade, quanto in situ (na natureza), como monitoramento de animais pós-soltura, avaliação de habitat e estudos de populações selvagens de espécies ameaçadas em busca de maiores informações sobre espécies deficientes de dados.

 Manejo

Voluntários do Waita trabalham no Centro de triagem de animais silvestres (CETAS) em Belo Horizonte, onde são recebidos em média 10 mil animais silvestres por ano vítimas do tráfico de animais. Todos os animais são identificados, triados, avaliados e, aqueles que possuem condições físicas, clinicas e sanitárias, são devolvidos à natureza.

 Enriquecimento ambiental

Enriquecimento ambiental é a criação de um ambiente mais complexo e interativo, promovendo desafios e novidades que simulam situações que ocorreriam na natureza, oferecendo oportunidade de escolha ao animal mantido em cativeiro. Essa técnica é utilizada no CETAS tanto para elevar o nível de bem estar dos animais em cativeiro, quanto para promover o desenvolvimento de comportamentos típicos de cada espécie, tão importantes para seu retorno à natureza.

 Reabilitação

Nossa equipe trabalha no desenvolvimento de técnicas de reabilitação para as mais variadas espécies de animais silvestres recebidas no CETAS. Realiza teste comportamentais, treinamentos anti-predação, avalia a personalidade dos indivíduos, tudo para aumentar a chance de sucesso desses animais em seu retorno à natureza.

 Cadastramento de áreas de soltura de animais silvestres

O Waita apoia o IEF e IBAMA no cadastramento de propriedades no Projeto ASAS – áreas de soltura de animais silvestres. Ornitólogos do Waita auxiliam no levantamento de avifauna e avaliação de áreas rurais quanto a adequabilidade para o recebimento de animais silvestres para solturas. Para saber maiores informações sobre esse projeto ou cadastrar sua propriedade, acesse o site do IEF: http://www.ief.mg.gov.br/dcc/1749-projeto-asas-areas-de-soltura-de-animais-silvestres

 Educação Ambiental

Não haveria tráfico de animais silvestres se pessoas não comprassem animais de forma ilegal. A educação ambiental é uma importante ferramenta de combate ao comercio ilegal de animais silvestres. Com pessoas sensibilizadas, conscientes e mobilizadas podemos viver em um mundo sem gaiolas!

MISSÃO E OBJETIVOS

O Waita tem como missão a conservação da biodiversidade e por isso nossos objetivos são voltados para o desenvolvimento de projetos e ações que visem a proteção da nossa fauna e flora e pesquisas que irão aumentar nosso conhecimento em prol da conservação ambiental. Retornar com animais silvestres vítimas do tráfico à natureza, de forma criteriosa e responsável, tornou-se nosso objetivo primordial.

HISTÓRICO

O Instituto foi fundado em 13 de outubro de 2010, como a materialização de um sonho de estudantes e profissionais (biólogos e veterinários) de produzir ações que melhorem o estado de conservação de espécies brasileiras. Na época de sua fundação, os fundadores do Waita trabalhavam voluntariamente no Centro de triagem de animais silvestres (CETAS) do IBAMA em Belo Horizonte, onde perceberam a necessidade de criação de uma organização para atuarem de forma mais efetiva para conservação da biodiversidade.

O nome indígena Waita significa “centro de união”, é a oca central, onde os índios Xavantes tomam as decisões mais importantes da tribo. Assim, nasceu o Waita Instituto de Pesquisa e Conservação, como uma instituição que reúne diversas “tribos” para tomar decisões importantes em prol da conservação da nossa biodiversidade.

LINHA DO TEMPO

  1. Fundação do instituto

    Biólogos, veterinários, estudantes e profissionais, voluntários no CETAS do IBAMA, se reúnem para fundar o Waita, Instituto de Pesquisa e Conservação.
  2. Projeto Voar

    Com apoio da Fundação Grupo Boticário, o Waita desenvolve seu primeiro grande projeto de pesquisa e conservação e devolve à natureza 31 papagaios-verdadeiros (Amazona aestiva), desenvolvendo técnicas de reabilitação e monitoramento pós soltura.
  3. Acordo de Cooperação Técnica (ACT)

    O Waita assina o ACT com o Instituto Estadual de Florestas – IEF, órgão ambiental de Minas Gerais, responsável, pela gestão da fauna silvestre em MG e passa a atuar também junto com esse órgão na conservação da fauna silvestre.
  4. Conservação do Bicudo

    O instituto é contemplado mais uma vez com o apoio da Fundação Grupo Boticário, dessa vez para realização de um projeto para conservação do Bicudo, Sporophila maximiliani, uma ave que é criticamente ameaçada de extinção no Brasil, rara na natureza, mas abundante em cativeiro. O projeto realizou estudos genéticos, sanitários e foi em busca de uma área com habitat adequado para reintrodução da espécie em MG.
  5. Abrace o Tamanduá

    O Waita Instituto de Pesquisa e Conservação, com apoio do IBAMA e IEF realiza o projeto “Abrace o tamanduá” com o intuito de devolver a natureza um tamanduá-mirim órfão vítima de atropelamento.

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waita.ong@gmail.com

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